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5 de abr de 2018

[Resenha] Gaiola dourada - Vic James (Trilogia Dons Sombrios #1)

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Titulo: A gaiola dourada (Trilogia Dons sombrios #1)
Autora: Vic James
Ano de publicação: 2018
Número de páginas: 415 
Editora: Galera Record
Gênero: Distopia
Adquira o livro: Amazon ✰ Saraiva ✰ Livraria Cultura
Sinopse: Em uma Grã-Bretanha distópica, além da riqueza e dos títulos, os membros da nobreza também possuem habilidades mágicas, como cura acelerada, leitura de mentes e controle da natureza. Os privilégios não terminam aí: todo plebeu deve servir à nobreza por dez anos. Não há como escapar. Abi Hadley pensou que estaria fazendo um favor a sua família quando os inscreveu para cumprir seus dias de escravidão na residência da Família Fundadora, mas a garota mal sabia dos horrores que estavam por vir. Já seu irmão, Luke, acaba sozinho em uma das cidades mais brutais para os escravos. Tanto Abi quanto Luke precisarão se adaptar a suas novas realidades, ou, quem sabe, se tornar aliados na luta pelo fim dos privilégios de uma elite que busca cada vez mais poder. Enquanto isso, o mais jovem aristocrata da Família Fundadora conspira para moldar o mundo à luz de seu dom sombrio, e os dias de escravidão podem ser apenas o início de algo muito mais cruel.


Olá amores tudo bem? Gaiola dourada é o primeiro livro da trilogia dons sombrios, e conta a história de uma grâ-Bretanha onde algumas pessoas que são ricas possuem habilidades, que na verdade é magia, e as outras pessoas que não possuem nenhum tipo de habilidade tem que viver uma década de suas vidas sendo escravos. O lado bom é que eles podem escolher quando, vão cumprir sua década de escravidão;




"Cumpra seus dias de escravo muito velho, e jamais sobreviverá. Cumpra seus dias de escravo muito jovem, e jamais se esquecerá"

A partir disto então, conhecemos Abi Hadley, que é uma jovem que está prestes a ir a faculdade, e seu irmão Luke, que é apenas alguns anos mais novo que ela. Um certo dia, os pais deles contam que resolveram começar a cumprir seus dias de escravos e que toda família iria junto com eles. Inclusive a irmã mais nova de Abi que tinha apenas dez anos. Mas que não havia motivo para desespero, pois eles haviam dado um jeito de todos cumprir estes dias difíceis todos juntos na mansão de uma família nobre.

Porém no dia em que toda a família iria se mudar para mansão e iniciar suas décadas de escravidão, eles foram informados que Luke não iria. Pois ele tinha sido realocado para Millmore, uma cidade brutal para escravos com muitas fábricas, trabalho pesado e muita gente saia de lá em péssimas condições físicas e mentais.

O livro em si é muito bem escrito, mas infelizmente desta vez não rolou. A premissa também é muito boa, mas o livro tem uma narrativa em terceira pessoa que intercala o ponto de vista de Luke, o irmão de Abi, que foi para Millmore e lá acaba conhecendo algumas pessoas e se envolvendo com uma resistência. Abi, a irmã mais velha de Luke, que está com o restante da família na mansão dos Jardine, o filho mais novo dos Jardine Silyen e o mais velho Gavar, e sua futura noiva Bouda.

Acredito que foi justamente este tanto de pontos de vista que tenha tornado o livro maçante, arrastado e muito confuso. Os únicos pontos de vista que me prendiam era de Luke e Abi que era justamente as partes que eu conseguia entender na história. Já que os capítulos que narrava o ponto de vista dos Jardine além de confusos, a autora ainda jogava alguns acontecimentos que mesmo não entendendo muito bem o que se passava ali, me pareceu importantes e fiquei frustrada por não entender, tanto que voltei várias vezes durante a leitura para ver se conseguia entender melhor tudo que eu estava lendo mas isto não aconteceu, por mais que eu tentasse.

"Os segredos são como vasos horríveis ou carros antigos, ou todas as outras porcarias que meus pais colecionam. Quanto mais raros, mais valor eles têm."

Apesar de tudo isso, insisti no livro até o final, por acreditar que talvez a intenção da autora neste livro tenha sido apenas nos apresentar a esta Grã-Bretanha distópica. Mas não consegui me conectar com nenhum personagem, achei eles foram bem desenvolvidos, mas não o suficiente para que eu conseguisse me apegar a algum deles.

Dei três estrelas para a história mesmo assim, pois talvez, quando sair o próximo eu dê mais uma chance para a autora e para a história. Sobre a edição eu não tenho do que reclamar. As letras são de tamanhos razoáveis, e tem um bom espaçamento entre as palavras.
Beijos!

7 comentários:

  1. Poxa, que pena que tu não gostou. Eu fiquei muito interessada, sabia?
    Achei a ideia da sinopse muito boa, mas pelo jeito pode ser que eu vá passar raiva, mas ainda fiquei curiosa.

    Tô na dúvida aqui, mas vou botar na lista. kkk

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  2. Já tive alguns livros que o enredo não me encantou. Mas sou daquelas que termina de ler mesmo que não goste!
    Adorei a resenha.
    bjo

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  3. Oi! Tudo bem?

    Eu acho a capa desse livro tão linda é tão inteligente também. E adorei a premissa.
    Mas esse pontos que você destacou, sobre os vários pontos de vista dos personagens é realmente uma “bad”. Quando vimos isso de apenas dois personagens é Ok, mas colocar mais do que isso torna a coisa toda muito confusa, realmente. Mesmo assim ainda quero conhecer.

    - Bjux,
    Diego || Blog Vida & Letras ♥
    www.vidaeletras.com.br

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  4. Nossa que triste que você que você não gostou do livro, eu nunca peguei um livro que tenha muitos pontos de vista de outros personagens, então não sei se eu gostaria ou não, amei sua resenha e espero que você tenha sorte com o segundo livro.

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  5. Bom, na verdade tem livros que pensamos que não gostamos e é exatamente este que faz um tremendo sucesso..
    Achei interessante e vou conferir...Grato pela sugestão.
    www.robsondemorais.blogspot.com.br

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  6. Oi Jaque!!
    Eu acho essa capa muito bonita e estava bem interessada em ler, mas desanimei por dois motivos: não sou muito fã de distopias e agora lendo seus comentários de a leitura é um pouco massante. Vou jogar essa leitura muito pra frente!!
    Bjs
    https://almde50tons.wordpress.com/

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  7. Amei a sua sinceridade, gosto d+ quando as pessoas falam o que realmente acharam e não opiniões medrosas.

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