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7 de set de 2018

[Resenha] A vida que enterramos - Allen Eskens

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Titulo original: The life we bury
Autor: Allen Eskens
Ano de publicação: 2017
Número de páginas: 272
Editora: Intrínseca
Gênero: Suspense
Adquira o livro:  Amazon ✰ Saraiva                            Sinopse: A única coisa que Joe Talbert deseja é terminar o trabalho da faculdade: entrevistar um estranho e escrever uma breve biografia. Com os prazos se aproximando, o garoto decide ir a um asilo para encontrar o tão desejado objeto de trabalho. Lá ele conhece Carl Iverson e logo a vida de Joe vai ter mudado para sempre.
Veterano da Guerra do Vietnã, desenganado com apenas alguns meses de vida, Carl foi internado na casa de repouso em liberdade condicional devido ao estágio avançado de câncer depois de trinta anos preso pelos crimes de estupro e assassinato. À medida que escreve sobre a vida de Carl, principalmente sobre o período que o homem passou na guerra, Joe começa a ter dificuldade de conciliar o heroísmo do soldado com os desprezíveis atos do criminoso.
Acompanhado de Lila, sua vizinha cética, Joe se lança em uma busca pela verdade, mas lidar com a mãe perigosamente disfuncional, a culpa de deixar o irmão autista sozinho em casa e uma lembrança assustadora vão malograr seus esforços.
Fio por fio, Joe começa a desfazer a intricada tapeçaria do crime de Carl, mas, quanto mais se aproxima das reais circunstâncias do crime, mais nós aparecem. Joe vai conseguir descobrir a verdade ou já é muito tarde para escapar?





Olá amores tudo bem?

A vida que enterramos é um livro que estava na minha listinha há muito tempo e quando vi ele em uma promoção da Amazon tive que comprar!

O Livro conta a história de Joe Talbert um estudante, que tenta conciliar seus estudos com a tarefa de cuidar do seu irmão autista, já que sua mãe que é a pessoa que deveria cuidar do filho, vive saindo e deixando o irmão sozinho por vários dias.



Além disso Joe tem um trabalho de faculdade difícil para fazer: Ele tem que escrever sobre um assassinato que aconteceu em 1980. Um assassinato que acabou com a vida de Crystal Hagen, que na época era apenas uma adolescente. E com este trabalho a cumprir, Joe vai atrás do assassino de Crystal: Carl Iverson. Um homem que foi condenado a prisão perpetua pela morte da jovem, mas que agora com câncer, saiu da prisão e está morando em um asilo, à beira da morte.

“A princípio, a ideia de entrevistar um assassino não caiu bem aos meus ouvidos, mas quanto mais eu pensava no assunto, mas ele me agradava.”


Ao começar a entrevistar Carl, um amigo dele jura que seu amigo é inocente e que o amigo dele jamais seria capaz de matar aquela jovem, mas que de certa forma ele aceitou seu destino. E é motivado por isso que Joe começa a investigar o assassinato de Crystal, mesmo sem acreditar na inocência de Carl.


“Nenhum pecado poderia ser maior do que um pecado que não pode ser retificado, um pecado que a pessoa nunca chega a confessar. Então essa... essa conversa com você... é meu depoimento in extremis.”


O livro é narrado em primeira pessoa e a narrativa flui imediatamente. Confesso que no início eu não confiava nem no Joe, algo na personalidade dele era estranho para mim, mas ao longo da narrativa, o desenvolvimento dele foi tão nítido, que comecei a entender a personalidade dele e o que o autor quis passar com isso, mesmo que as atitudes dele tenha sido típicas de “mocinhos de filmes de terror” sabe? Algumas ações dele me fizeram parar por um momento durante a leitura e me perguntar: Mas pra que você está fazendo isso Joe? Nunca assistiu filmes de terror? Haha.

O final da história foi surpreendente, porém o autor não deixou todas as surpresas somente pro final e isso é um dos pontos positivos da história.
A vida que enterramos é um livro instigante e cheio de ação e surpresas do início ao fim, que eu recomendo muito!
Beijos!

2 comentários:

  1. Parece ser um excelente livro de mistérios e surpresas. Não conhecia a obra e sua indicacao alinhada a sua resenha foi perfeita.a

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    1. Obrigada, fico feliz que tenha gostado!

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